Atendimento acolhedor para famílias em todo o estado de São Paulo (11) 97853-9939
Como funciona

Da primeira conversa ao início do cuidado

Entenda as etapas que ajudam a transformar uma situação confusa em decisões mais organizadas e responsáveis.

01
Primeiro contato

Conte o que está acontecendo

A conversa pode ser iniciada por um familiar ou pela própria pessoa. Informações como padrão de uso, acontecimentos recentes, cidade, tratamentos anteriores e disposição para receber ajuda ajudam a formar uma visão inicial.

Não é necessário expor detalhes íntimos além do que seja necessário para a orientação.

02
Triagem inicial

Identificação de riscos e necessidades

A equipe verifica sinais de urgência, condições que podem exigir atendimento médico, nível de autonomia, conflitos familiares e outras informações relevantes.

Quando existe risco imediato, a prioridade é direcionar para o serviço de emergência apropriado.

03
Orientação

Entendimento das modalidades possíveis

Internação voluntária, orientação familiar, acolhimento assistido e outras possibilidades possuem critérios diferentes. A equipe explica o que pode ser avaliado e o que não deve ser decidido sem suporte técnico.

04
Preparação

Organização da avaliação e do acolhimento

Quando há prosseguimento, são alinhados disponibilidade, documentação, itens necessários, forma de chegada, participação da família e condições do atendimento.

Nenhum deslocamento deve ocorrer antes da confirmação de que a admissão pode ser realizada.

05
Continuidade

Recuperação como processo

O início do tratamento não encerra o trabalho. Rotina, responsabilização, saúde, vínculos, prevenção de recaídas e planejamento de continuidade fazem parte da construção de uma vida mais estável.

O que ajuda no primeiro contato

  • Falar de fatos concretos, sem tentar minimizar ou aumentar a situação.
  • Informar riscos atuais, doenças, uso de medicamentos e histórico de crises.
  • Combinar quem será o familiar responsável pela comunicação.
  • Anotar dúvidas sobre rotina, regras, valores, duração e participação da família.

O que merece cautela

  • Prometer cura, prazo exato ou resultado garantido.
  • Fazer ameaças de internação sem um plano responsável.
  • Transportar alguém em situação clínica grave sem suporte de emergência.
  • Ocultar informações importantes para acelerar uma admissão.
O primeiro passo pode ser uma conversa

Sua família não precisa organizar tudo sozinha.

Conte o que está acontecendo e receba orientação inicial com respeito, clareza e discrição.

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